07
May

A automatização doméstica e os objectos conectados já não são novidades; são tecnologias que existem à mais de 30 anos, mas por que é que se tornaram num foco nos últimos anos?

A automatização doméstica foi convertida em algo acessível para a grande maioria.

Casas, carros e jardins, estão conectados às piscinas e os spas também seguiram esta tendência para facilitar a vida dos consumidores e oferecer um maior nível de conforto e segurança.

Quais são os elementos que compõe uma piscina conectada?

O elemento mais importante é a piscina. Pequena, grande, bem equipada ou com o mínimo de equipamento, existe sempre uma instalação adequada para ela.

Outro componente fundamental é o objecto ou a instalação que converte a piscina numa piscina inteligente. Este equipamento varia em função da piscina e das necessidades do utilizador. Existem equipamentos simples e outros mais complexo para cobrir todas as áreas: análise de água, tratamento de água, iluminação, bombas de calor,etc.

Como o nome indica, para ter uma piscina conectada também necessita de um meio de ligação. Há vários tipos de redes de telecomunicação. A mais conhecida é a rede sem fio Wi-Fi e o Bluetooth (é uma rede que curto alcance. Apenas permite a transmissão de uma pequena quantidade de dados, a baixo custo e consumo).

O rápido surgimento de objectos conectados levou ao aparecimento de novas tecnologias de conexão a baixo preço e com um baixo consumo energético, redes que foram desenhadas para transmitir uma quantidade limitada de dados a uma longa distância. Nesta categoria, destacam-se duas tecnologias: Sigfox e LoRa.

Redes de telemóveis 3G e 4G. Funcionam graças a um cartão SIM que se encontra no dispositivo. Esta tecnologia possibilita a recolha e a transmissão de grandes de dados em massa. O seu consumo de energia é bastante elevado e mais caro.

Para finalizar a lista dos elementos necessários, o smartphone tem um papel fundamental na conexão de uma piscina. É o intermediário entre a piscina e o utilizador. Actua como informador, já que comunica a informação do dispositivo do utilizador, e como executor, pois ordena as instalações a executar das diversas acções.

A automatização doméstica e os objectos conectados têm vindo a cruzar-se. Não se trata de uma moda passageira, mas sim o futuro.

Conselho: habitue-se o mais rápido possível para não ficar para trás.